Peregrinações em 2019

Venha peregrinar conosco em 2019! Você não pode perder!
Confira os roteiros das peregrinações e escolha em qual delas vai estar. Ou quem sabe, em todas?

Julho –  Terra Santa. Vamos caminhar nos passos de Jesus. Conhecer os lugares por onde Ele andou e realizou tantos milagres.


Setembro – Portugal e Itália – Em Portugal vamos caminhar com Maria no Santuário das Aparições em Fátima. Na Itália, entre tantos outros lugares, vamos à Roma, a Montecassino onde conheceremos um pouco da espiritualidade de São Bento e Lucca, onde visitaremos o maravilhoso Santuário de Santa Gema Galgan

 

Nossa Senhora de Laus

Nossa Senhora de Laus

Situado nos Alpes franceses, o Santuário de Nossa Senhora de Laus, ficou conhecido como o Santuário da Reconciliação. Foi nesse local que a Virgem Maria apareceu a uma jovem pastora de 17 anos, Benoite Rencurel de 1664 a 1718. Durante 54 anos, Nossa Senhora visitou Benoite e durante esse período o seu maior apelo era a conversão dos pecadores.

 A mensagem de Laus

Benoite Rencurel nasceu em 16 de setembro de 1647 em Saint-Étienne d’Avançon (Alpes do sul – na França). Seu pai faleceu quando ela tinha 7 anos. Nunca aprendeu a ler nem escrever e sua única instrução era o sermão da Missa dominical.

Em um dia de maio de 1664, a jovem, que trabalhava como pastora para uns camponeses vizinhos, estava rezando o Rosário quando viu uma bela Senhora sobre um penhasco, levando pela mão um menino de beleza singular. “Formosa Senhora! –disse-lhe–, o que estão fazendo aí acima? Querem comer comigo? Tenho um pouco de pão bom, nós o molharíamos na fonte”. A Senhora sorriu diante de sua simplicidade, mas não lhe disse nada. Benoite então pediu à Senhora para ficar um pouco com o menino, mas a Senhora sorriu de novo sem responder. Depois de permanecer algum tempo com ela, a Senhora toma seu menino nos braços e desaparece em uma gruta.

Antes de fazer de Benoite sua amiga e dispensadora das Suas graças, a Santíssima Virgem acompanha dedicadamente a pastora, atraindo para Si a alminha da menina com irresistível atração. Depois de dois meses de silêncio durante as aparições, fez dela sua aluna e começou a falar-lhe, a fim de ensinar, testar e incentivá-la.

Por quatro meses, a Senhora se mostra todos os dias, conversando com grande familiaridade com a jovem.  Ela formou gradualmente sua escolhida, com a doçura e paciência de uma mãe, tendo em conta a futura missão que lhe estava predestinada.

Certa ocasião, com o objetivo de instruir as mães do povoado a ensinarem seus filhos a rezar, Maria Santíssima repetiu, palavra por palavra, a ladainha de Loreto. Instruiu também Benoite a ensinar as meninas de Saint-Étienne a irem à Igreja rezar e cantar todas as noites.

A notícia das  aparições   começaram a se espalhar e as pessoas comentavam por toda parte. Muitos acreditaram, mas vários permaneceram incrédulos e viam a menina pastora como uma falsa mística. Devido aos relatos das aparições, foi instalado um inquérito a fim de ser constatada a verdade. Após um sério exame concluiu-se que Benoite não era uma impostora e lhe foi pedido que perguntasse à “Bela Senhora” seu nome. Contrariando sua vontade, mas em obediência, viu-se obrigada a perguntar quem era Ela e lhe disse que ali seria construída uma capela para homenageá-la.

Em resposta, a aparição celeste lhe diz que não havia necessidade de construir coisa alguma ali porque Ela tinha escolhido um local mais agradável. E acrescentou: “Eu sou Maria, a Mãe de Jesus. “De agora em diante, você me verá apenas na capela que está em Laus”. E Benoite não viu a Senhora Celestial durante um mês inteiro

Um mês depois, ela viu novamente a Santíssima Virgem que lhe mostrou  o caminho que  deveria subir ao longo do morro em direção a Laus, uma aldeia que a menina tinha ouvido falar, mas nunca visitara. Assegurou-lhe que reconheceria o lugar quando sentisse uma “doce fragância”.

Em 1640, algumas pessoas piedosas tinham construído uma pequena capela dedicada a Notre-Dame de Bon Recontre (Nossa Senhora do Bom Encontro) erigida na solidão de Laus. Exteriormente, a construção humilde parecia com todas as outras pequenas casas, medindo pouco mais de dois metros quadrados. Tinha um altar de gesso cujos ornamentos se resumiam em apenas dois castiçais de madeira e um cibório de cobre. E era ali que a Rainha do Céu esperava a jovem menina pastora, como em um novo estábulo de Belém…

Porém, Benoite que nunca tinha ouvido falar da capela, passou um longo tempo procurando, em lágrimas, passando aqui e ali sempre à procura. Ela parou na entrada de cada habitação na tentativa de detectar a “doce fragância”. Finalmente, ela sentiu o perfume perto de uma porta entreaberta. Ao entrar no humilde recinto, Benoite encontrou a sua bela dama de pé, sobre um altar coberto de poeira. Era aquele o lugar escolhido por Nossa Senhora para a construção da Igreja.

Não foi sem dificuldades que a Igreja foi construída, pois a princípio o Vigário Geral não estava convencido das Aparições. Entretanto, presenciando o milagre da cura de uma mulher, cuja contração nos nervos das pernas a impediam de andar, que Maria realizara naquele lugar, finalmente dobrou-se a verdade e autorizou a construção da Igreja

Nossa Senhora  recomendou a Benoite para “rezar continuamente pelos pecadores”. Em perfeita obediência, ela tornou-se membro da Ordem Terceira Dominicana e se dedicou a preparar os pecadores para que recebessem o Sacramento da Penitência. Em Laus, Nossa Senhora se revela como reconciliadora e refúgio dos pecadores, e por isso contribui com sinais para convencer a estes da necessidade de converter-se, especialmente por meio do Sacramento da confissão.

Desde as origens das peregrinações, as curas físicas e morais foram reconhecidas em grande número, especialmente através da unção com o azeite da lâmpada do Santuário, quando aplicado com fé. Certa vez, a Virgem Maria aconselhou Benoite a convidar todos aqueles que se encontrassem doentes a aplicar em seus membros debilitados um pouco do óleo da lâmpada do Santuário. Nossa Senhora disse-lhe que se os doentes aplicassem esse óleo em si próprios com fé, por Sua intercessão eles seriam curados, porque Deus concedera aquele lugar para Ela para a conversão dos pecadores.

Assim como as águas em Lourdes, o óleo do santuário produz efeitos benéficos até os dias de hoje.

Entre 1669 e 1679, Benoite é abençoada com cinco aparições de Jesus, que se revela em um estado de sofrimento. Em uma sexta-feira de julho de 1673, Jesus ensanguentado lhe diz: “minha filha, mostro-me neste estado para que participes das dores de minha Paixão”.

Depois de mais de duas décadas de sofrimentos e constantes aparições de Nossa Senhora e dos anjos, Benoite recebe a Comunhão no dia de Natal de 1718, e três dias mais tarde se confessa e recebe a Unção dos Enfermos. Por volta das oito da noite, Benoite se despede dos que a rodeiam. Depois de beijar um crucifixo e com olhar dirigido ao céu, falece em paz.

Adaptado: http://www.a12.com/academia/titulos-de-nossa-senhora/nossa-senhora-de-laus
https://virgemimaculada.wordpress.com/2011/09/07/as-aparicoes-de-nossa-senhora-de-laus/

Jejum de Daniel

CAMPANHA DANIEL DE JEJUM E ORAÇÃO – 2018

Clique aqui para o Áudio de cada dia do Jejum

 

Roteiro para baixar e imprimir:  em PDF   em DOC

“Naqueles dias, eu, Daniel, estava pranteando por três semanas inteiras. Nenhuma coisa desejável comi, nem carne nem vinho entraram na minha boca, nem me ungi com ungüento, até que se cumpriram três semanas completas”. (Dn 10, 2-3)

            Querido irmão, Deus seja glorificado por você ter aceitado viver esse tempo de jejum e de oração. Que seja uma jornada repleta do poder do Espírito Santo!

 A passagem acima descrita, tirada do livro do profeta Daniel, é o exemplo clássico de um “jejum parcial”, realizado em meio às atividades do dia-a-dia, com o propósito de alcançar de Deus a revelação de sua vontade. Chamamos “jejum parcial” porque consiste na aplicação de uma dieta limitada, ao invés da abstinência absoluta de alimentos.

            Está claro que existe um valor muito grande nesse tipo de jejum. Lendo os versículos seguintes deste capítulo de Daniel, verificamos que o culminar do seu jejum foi uma tremenda visitação do Anjo do Senhor com uma revelação indispensável a respeito das batalhas que se travam nas regiões celestes (vers. 13-22). Além disso, o próprio Anjo de Deus, em sua visita a Daniel, assegura com palavras encorajadoras a eficácia de seu jejum e penitência: “Não temas, Daniel, porque desde o primeiro dia em que aplicaste teu espírito a compreender, e em que te humilhaste diante de teu Deus, tua oração foi ouvida, e é por isso que eu  vim” (v. 12).

 Quando somos movidos pela promessa de Deus e, numa atitude que o agrada, começamos a transformar essa promessa em realidade no jejum e na oração; no momento mesmo em que nosso coração se humilha e busca a face do Senhor, nossas orações são ouvidas no céu! Profetizamos que desde o primeiro dia desse tempo da Campanha de jejum você irá experimentar a alegre certeza de que suas orações estão chegando ao trono do Altíssimo e estão sendo levadas em conta por Ele.

            Daniel dedicou três semanas completas (vinte e um dias) ao jejum e à oração. O tempo dedicado ao jejum é reservado para buscar o Senhor, mesmo em meio às atividades cotidianas. Em Mt 6, 1-18 vemos como Jesus indica o jejum, a oração e a esmola como sinais característicos da vida de um cristão fiel. Em alguns momentos de decisão, porém, somos convocados a intensificar nossa comunhão com o Senhor. Segundo o desejo de Jesus, devemos fazer isso sem ostentação, mas com discrição e buscando agradar somente ao Pai.

            Para ajudar você a aproveitar bem esse tempo de bênção, apresentamos alguns passos importantes a serem vividos na Campanha Daniel:

            1 – É importante estabelecer o propósito que vai mover o seu jejum. Olhando as Sagradas Escrituras, encontramos muitas razões que levaram pessoas ao jejum. Se vamos jejuar, devemos ter objetivos firmes e claros pelos quais lutar: estar com Deus; receber sua Palavra e alguma orientação concreta; interceder por alguém ou alguma situação; enfrentar satanás e suas tentações. É preciso que você ore e peça ao Espírito Santo que revele sobre que intenções particulares você deve combater. Que pessoas estão perto de você e longe de Deus? Que situações precisam ser saradas pelo Senhor em sua vida, etc? Anote num papel as intenções que o Senhor for revelando a você e deixe-as à mão, para que você recorde delas na oração pessoal.

            2 – Por três semanas (vinte e um dias), a contar de 5 a 25 de novembro, você está convocado para esse jejum parcial. Será um tempo de maior oração e dedicação ao Senhor. Lembre que, no seu jejum, Daniel esteve “pranteando por todo o tempo”, ou seja, ele teve um coração quebrantado e fervoroso diante de Deus. Para alimentar sua oração diária, oferecemos a você um roteiro de passagens da Escritura. Durante esse tempo, evite alimentos aos quais você é mais apegado e que servem mais para o gosto do que para as necessidades reais do organismo (doces, refrigerantes, excesso de fritura, etc).

            Além disso, evitando extravagâncias, vamos escolher entre duas opções: ou iniciar a alimentação diária só a partir das 12h, ou simplesmente cortar uma das refeições do dia. Cuidado somente para não descontar na próxima refeição e compensar o que foi omitido. Pessoas que fazem uso de medicamentos devem estabelecer o jejum em conformidade com o horário dos remédios. Pessoas com problemas de pressão ou diabetes, ou outro tipo de limitação de saúde, devem conhecer as reais necessidades do seu organismo e adaptar o jejum.

            3 – No dia 5 de novembro, segunda-feira, às 20h, faremos a consagração do jejum num momento de louvor na igreja. O jejum começa nesse dia desde o amanhecer. Se você puder estar conosco nesse louvor de entrega, traga as intenções pelas quais você vai oferecer o jejum. Caso você não possa comparecer a essa reunião de oração, sinta-se unido aos irmãos que vão jejuar com você e entregue seu jejum num momento de oração pessoal. No dia 25 de novembro, domingo, Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo, às 16h, encerraremos o jejum enquanto oramos pelo nosso bairro, no encontro “NOSSO BAIRRO PERTENCE A JESUS”.

 Roteiro de oração pessoal para os dias de jejum:

            Durante o tempo do jejum, você é convidado a intensificar sua oração pessoal. Por isso, oferecemos passagens da Escritura que falam da direção de Deus para nossa vida. Peça ao Senhor o entendimento de que cada passagem se refere a você. A Palavra de Deus é semente: o que ela contém em si é o começo de grandes transformações. Use cada passagem sugerida no roteiro abaixo como uma semente de vitória sobre sua vida e declare a fidelidade do Senhor.

1º. dia – Leia Jeremias 29, 11-13 e renove sua esperança nos planos de Deus para você.

2º. dia – Leia Romanos 8, 13-17 e peça ao Pai que o conduza através do Espírito Santo.

3º. dia – Leia João 15, 4-5 e ore unindo-se a Jesus, a Videira Verdadeira.

4º. dia –  Leia 1 Tessalonicenses 5, 16-18 e dê graças, porque essa é a vontade de Deus.

5º. dia – Leia Romanos 12, 2 e peça ao Espírito Santo que lhe dê o dom do discernimento.

6º. dia – Leia Efésios 5, 15-17 e peça ao Espírito Santo que faça de você uma pessoa prudente.

7º. dia – Leia 1 Tessalonicenses 4, 3-7 e peça ao Senhor que purifique sua vida.

8º. dia – Leia 1 carta de João 2, 15-17 e busque forças para não se conformar aos critérios do mundo.

9º. dia – Leia Salmo 26 e peça ao Senhor que o guie pelo caminho reto (v.11).

10º. dia – Leia Is 58, 6-11:  descubra o jejum que agrada ao Senhor e o exercite na sua vida.

11º. dia – Leia Gálatas 5, 22-26 e peça ao Senhor que você ande com o Seu Espírito nesse dia.

12º. dia – Leia Salmo 30, 1-5 e peça a direção do Senhor para o dia de hoje.

13º. dia – Leia Salmo 142, 7-12 e peça ao Senhor que mostre o caminho pelo qual você deve seguir.

14º. dia – Leia Gálatas 6, 7-10 e peça ao Senhor que esse dia seja uma semeadura no Espírito Santo.

15º. dia – Leia João 14, 21-26 e peça ao Espírito Santo que ensine você a cumprir a palavra de Jesus.

16º. dia – Leia Ezequiel 36, 24-28 e peça um novo coração, cheio do Espírito Santo.

17º. dia – Leia Salmo 32 e diga ao Senhor que você espera n’Ele e em sua Providência.

18º. dia – Leia Salmo 15 e peça ao Senhor que lhe dê conselhos nesse dia.

19º. dia – Leia Salmo 17, 29-37 e declare que o Senhor é fiel em todos os seus caminhos.

20º. dia – Leia Isaías 35 e peça ao Senhor que conduza você por um caminho santo e uma vereda pura.

21º. dia – Leia João 14, 1-7 e peça a Deus que você jamais se perca do Verdadeiro Caminho, Jesus Cristo.

 

1º de Novembro – Solenidade de todos os Santos

1º de Novembro – Solenidade de todos os Santos

 Igreja militante celebra a Festa da  Igreja triunfante do Céu

“Ouvi, então, o número dos assinalados: cento e quarenta e quatro mil assinalados, de toda tribo dos filhos de Israel. Depois disso, vi uma grande multidão que ninguém podia contar, de toda nação, tribo, povo e língua: conservavam-se em pé diante do trono e diante do Cordeiro, de vestes brancas e palmas na mão”. “Esses são os sobreviventes da grande tribulação; lavaram as suas vestes e as alvejaram no sangue do Cordeiro.” (Ap 7,4-14)

Conforme o Evangelho de São João, é aquela multidão de Santos que povoam o Reino dos Céus, vista pelo Apóstolo e descrita no Apocalipse, que a Igreja que caminha na terra, honra com essa celebração do dia primeiro de novembro. Nesta única solenidade, se celebra todos os santos.

Esta imensa multidão de 144 mil, que está diante do Cordeiro, compreende todos os servos de Deus, aos quais a Igreja canonizou através da decisão infalível de algum Papa, e todos aqueles, incontáveis, que conseguiram a salvação, e que desfrutam da visão beatífica de Deus. Lá “eles intercedem por nós sem cessar”, diz uma de nossas Orações Eucarísticas.

A “Lúmen Gentium” do Vaticano II lembra que: “Pelo fato de os habitantes do Céu estarem unidos mais intimamente com Cristo, consolidam com mais firmeza na santidade toda a Igreja. Eles não deixam de interceder por nós junto ao Pai, apresentando os méritos que alcançaram na terra pelo único mediador de Deus e dos homens, Cristo Jesus. Por seguinte, pela fraterna solicitude deles, a nossa fraqueza recebe o mais valioso auxílio” (LG 49) (§956).

Na hora da morte, São Domingos de Gusmão dizia a seus frades: “Não choreis! Ser-vos-ei mais útil após a minha morte e ajudar-vos-ei mais eficazmente do que durante a minha vida”. Santa Teresinha confirmava este ensino dizendo: “Passarei meu céu fazendo bem na terra”. Padre Pio afirmava:  “Ficarei na porta do Paraíso até o último dos meus filhos entrar.

O Catecismo da Igreja Católica diz que: “Na oração, a Igreja peregrina é associada à dos santos, cuja intercessão solicita” (§2692).

A marca dos santos são as bem–aventuranças que Jesus proclamou no Sermão da Montanha. Os santos viveram todas as virtudes e, por isso, são exemplos de como seguir Jesus Cristo. Deus prometeu dar a eterna bem-aventurança aos pobres no espírito, aos mansos, aos que sofrem e aos que têm fome e sede de justiça, aos misericordiosos, aos puros de coração, aos pacíficos, aos perseguidos por causa da justiça e a todos os que recebem o ultraje da calúnia, da maledicência, da ofensa pública e da humilhação.

“Todos os fiéis cristãos, de qualquer estado ou ordem, são chamados à plenitude da vida cristã e à perfeição da caridade”, diz a Constituição Dogmática Lumen Gentium. Todos são chamados à santidade: “Deveis ser perfeitos como vosso Pai celeste é perfeito” (Mt 5,48): “Com o fim de conseguir esta perfeição, façam os fiéis uso das forças recebidas (…) cumprindo em tudo a vontade do Pai, se dediquem inteiramente à glória de Deus e ao serviço do próximo. Assim, a santidade do povo de Deus se expandirá em abundantes frutos, como se demonstra luminosamente na história da Igreja pela vida de tantos santos” (LG 40).

(adaptado: https://formacao.cancaonova.com/igreja/santos/a-celebracao-da-festa-de-todos-os-santos/)

18 de Novembro – Retiro Pescador de Homens

Dia 18 de novembro, domingo, acontece o retiro “Pescador de Homens”. As inscrições já começaram e o encontro acontece a partir das 8h, no salão da Paróquia Nossa Senhora de Fátima RTS.

👉Inscrições:
– Site: www.javensf.com.br

– Aqui na paróquia após as missas dominicais (8h, 10h e 18h)

– Nos encontros do grupo Javė – Partilha de Homens de fé às quintas-feiras, a partir das 20h.

👉Informações importantes!
Será cobrado um valor de R$ 20,00, com almoço incluído. O pagamento pode ser feito direto pelo site (www.javensf.com.br) nos cartões de débito e crédito, ou após as partilhas em dinheiro! 

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Jubileu de Ouro da Paróquia Nossa Senhora de Fátima Rainha de Todos os Santos

Nossa Paróquia comemora, no dia 28 de maio deste ano, o seu Jubileu. São 50 anos de história em uma comunidade vividamente animada pelo Espírito Santo.

O início de tudo se deu quando, em maio de 1945, o então padre Luiz João Cordioli foi designado capelão do Convento da Santíssima Trindade, situado à Rua Almirante Calheiros da Graça.

Padre Luiz tinha uma grande devoção a Nossa Senhora de Fátima. Ainda em Florianópolis, onde foi ordenado padre, todas as noites rezava diante da imagem da Virgem e lhe pedia a graça de sua saúde. Nessa ocasião, recebeu a inspiração de fazer um voto: construir uma igreja, santuário ou capela onde se pudesse honrar e venerar a Mãe de Deus. Ainda não sabia onde nem como, mas fez o propósito.

Em 1956, o então Cardeal Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Jaime de Barros Câmara, o procurou e lhe revelou seu desejo de criar uma nova paróquia. E deu ao padre Luiz essa incumbência. A Providência Divina mostrou ao padre que era tempo de agradecer pelas graças recebidas de Nossa Senhora. Pediu então a Dom Jaime que a padroeira fosse Nossa Senhora de Fátima. Aceito o pedido, padre Cordioli deu início a uma verdadeira maratona de oração.

Todas as noites, saía em procissão, com a imagem de Nossa Senhora de Fátima em um andor, e ia de casa em casa. As velas acesas iluminavam o caminho. Rezava-se o Terço, meditava-se uma passagem da Bíblia Sagrada ou das aparições de Fátima. Aos domingos, padre Luiz celebrava a Santa Missa nas vilas, nos terrenos desocupados ou nas ruas.

Por fim, após muito trabalho e colaboração, conseguiu comprar a casa de número 158 da Rua Adriano, onde foi edificada uma capela. E era nesse pequeno espaço que as celebrações aconteciam. Nessas primeiras instalações, havia somente dez bancos para toda a comunidade participar da Santa Missa. Entretanto, a obra foi progredindo e, por fim, em 28 de maio de 1967, a Paróquia Nossa Senhora de Fátima Rainha de Todos os Santos foi inaugurada oficialmente. Entretanto, padre Luiz Cordioli não participou desse momento, pois falecera no ano anterior.

O painel que se vê na fachada da Igreja retrata o Milagre do Sol. É obra do artista plástico Ivan Ivan, que, na época, usou como modelo, para caracterizar a multidão, o rosto de algumas pessoas da comunidade.

Cinquenta anos se passaram e a Paróquia celebra com a comunidade a alegria desse momento.

No mês da comemoração do Jubileu, a Paróquia tem mais um motivo para celebrar. No dia 23 de março, o Papa Francisco aprovou o decreto que reconhece o milagre atribuído à intercessão dos pastorinhos Francisco e Jacinta Marto. O milagre que concederá a canonização aos pastorinhos é a cura e uma criança brasileira.

Na festa do dia 13 de maio, quando também se comemoram os 100 anos das aparições em Fátima, as celebrações terão início com a oração do Terço, sempre antes das Missas. Nos dias que antecedem a festa, 10, 11 e 12 de maio, será realizado o Tríduo de Nossa Senhora de Fátima.

No dia 28 de maio, os horários de Missas e as festividades, serão divulgados no programa da Paróquia.Imagem matéria Espaço Aberto a-mons-luiz-cordilolli-

Um pouco da história da paróquia

Foto do altar antigo

Foto do antigo Altar
O antigo altar da Paróquia
Adoração
Adoração
A Visita Dom Celso 001
Almoço, visita Dom Celso
A primeira Missa 001
Primeira missa
A Mons Luiz Cordilolli 001
Monsenhor Luiz Cordiolli
A imagem Paróquia antiga 001
Primeiras instalações da Paróquia
A Dom Eugênio visita  001
Visita de Dom Eugênio
A Bodas Pe Jose e Joaquim 001
Comemoração Bodas
A Benção studio Paróquia 1 001
Benção na inauguração do estúdio
A Benção studio Paróquia 001
Inauguração do estúdio. Padre Antonio José
A Apostolado c Pe Jose 001
Apostolado da Oração com Padre José
A 90 anos pe Jose 1 001
90 anos de Padre José
A 90 anos Pe José 001
Celebração dos 90 anos de Padre José

Dedicação da Paróquia Nossa Senhora de Fátima

O que é a Dedicação de uma igreja?
Deus se revela ao homem, faz uma Aliança com o povo escolhido e dele recebe o culto de louvor. O Antigo Testamento relata que os cultos e orações realizados pelo povo de Israel aconteciam no deserto e em tendas. Hoje, as igrejas são os locais onde se reúne o povo de Deus para ouvir a Palavra. Portanto, são lugares santos.

Assim como Salomão, por ordem de Deus, consagrara solenemente o Templo em Jerusalém, também a Santa Igreja, com belas cerimônias, dedica e consagra os seus templos.

A Dedicação é um rito solene muito antigo, no qual o altar e as paredes são ungidos com óleo. Em virtude dessa unção, o altar torna-se símbolo de Cristo, que é o Ungido, e a unção da igreja significa que ela está dedicada, totalmente e para sempre, ao culto cristão. Essa Consagração imprime-lhe um caráter de santidade.

A cerimônia, que é cheia de simbolismos, além da beleza do seu ritual, insere a comunidade no contexto da vida cristã.

A aspersão da água nas paredes da igreja e sobre o povo reunido é como um rito penitencial, é um clamor de purificação, tanto do local como do povo. Por isso, nessa celebração, não há o ato penitencial. A unção, tanto das paredes como do altar, consagra a mesa onde é realizado o sacrifício de Cristo; o incenso queimado sobre o altar, simboliza o sacrifício de Cristo que aí se perpetua no mistério, subindo a Deus em odor suavidade; contudo, exprime também que as orações do fiéis chegam ao Pai; incensa-se também o povo de Deus, pois ele é o templo vivo, no qual cada fiel é o altar espiritual; a deposição das relíquias dos santos nos remete aos primórdios, quando as celebrações eram realizadas nas catacumbas.

As relíquias dos mártires depositadas sob o altar simbolizam a entrega de sua vida em amor a Jesus Cristo; a iluminação simboliza a luz que é o próprio Cristo, que nos tira da escuridão e nos faz luz no mundo. Enfim, tudo isso, inclusive a prece da dedicação, são ritos que manifestam, pelos sinais visíveis, algo das obras invisíveis que o Senhor realiza por meio dos divinos mistérios da Igreja, sobretudo pela celebração da Eucaristia.

A igreja é o espaço sagrado, onde se tem um encontro com Deus. Lugar de oração, de entrega, de relacionamento íntimo com o Pai. Por tudo isso, o respeito, o zelo se fazem necessários.