João Maria Batista Vianney, sem dúvida alguma, se tornou o melhor exemplo das palavras profetizadas pelo apóstolo Paulo: “Deus escolheu os insignificantes para confundir os grandes”. Ele nasceu em 8 de maio de 1786, no povoado de Dardilly, ao norte de Lyon, França.

Para seguir a vida religiosa, teve de enfrentar muita oposição por parte de seu pai. Mas com a ajuda do pároco, aos vinte anos de idade, ele foi para o Seminário de Écully.

Em 1815, João Maria Batista Vianney foi ordenado sacerdote, mas com um impedimento: não poderia ser confessor. Não era considerado capaz de guiar consciências. Porém, para Deus, ele era um homem extraordinário e foi por meio desse apostolado que o dom do Espírito Santo manifestou-se sobre ele. Transformou-se num dos mais famosos e competentes confessores que a Igreja já teve.

Treze anos depois, com seu exemplo e postura caridosa, mas também severa, conseguiu mudar a triste realidade da violência na cidade, invertendo a situação. O povo não ia mais para as tabernas, em vez disso lotava a igreja. Todos agora queriam confessar-se, para obter a reconciliação e os conselhos daquele homem que eles consideravam um santo. Muitos acorriam para a paróquia de Ars com um só objetivo: ver o cura e, acima de tudo, confessar-se com ele.

O Cura de Ars, como era chamado, nunca pôde parar para descansar. Morreu serenamente, consumido pela fadiga, na noite de 4 de agosto de 1859, aos setenta e três anos de idade. Muito antes de ser canonizado pelo papa Pio XI, em 1925, já era venerado como santo.

São João Maria Batista Vianney foi proclamado, pela Igreja, Padroeiro dos Sacerdotes, e o dia de sua festa, 4 de agosto, escolhido para celebrar o Dia do Padre.

Fonte: Santo do Dia – Paulinas

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