YOUCAT – CATECISMO JOVEM DA IGREJA CATÓLICA

Jovem, talvez o maior desafio que você pode encontrar hoje é, diante das adversidades do mundo, ser e fazer a diferença. Proclamar a fé que você professa é ser o sal da terra e a luz do mundo. Por que, então, não ser assim? É isso que Jesus espera de cada um. E então? Seja corajoso(a) e assuma a sua identidade de Batizado(a) e faça a diferença. Veja o que Jesus diz: “Vós sois o sal da terra. Se o sal perde o sabor, com que lhe será restituído o sabor? Para nada mais serve senão para ser lançado fora e calcado pelos homens. Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situa­da sobre uma montanha nem se acende uma luz para colocá-la debaixo do alqueire, mas sim para colocá-la sobre o candeeiro, a fim de que brilhe a todos os que estão em casa. Assim, brilhe vossa luz dian­te dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem vosso Pai que está nos céus.” (Mt 5, 13-16).

Deixem que resplandeça a luz que emana de vocês. O vigor de que o mundo precisa está no seu coração. Jovens, conheçam sua fé, leiam, estudem, proclamem. Essa luz que insiste em brilhar em vocês não pode ser escondida, ela precisa estar no alto, para que tantos quantos encontrem você sejam iluminados por ela.

 “O Youcat, Catecismo jovem da Igreja Católica, é um catecismo escrito especificamente para os jovens, com uma linguagem atual, imagens, frases bíblicas e textos complementares que chamarão sua atenção para os ensinamentos da Igreja Católica.” Ele vem responder perguntas que, talvez até hoje, estejam guardadas em seu coração e por isso você ainda não despertou para a grandeza do amor de Deus e para aquilo que você é como filho de Deus.

O Papa emérito Bento XVI diz: “Estudai o catecismo! Esse é o desejo do meu coração. Estudai o catecismo com paixão e perseverança! Para isso, sacrificai tempo! Estudai-o no silêncio do vosso quarto, lede-o enquanto casal, se estiverdes namorando, formai grupos de estudo e redes sociais, partilhai-o entre vós na internet! Tendes de saber em que credes. Tendes de estar enraizados na Fé ainda mais profundamente que a geração dos vossos pais, para enfrentar os desafios e as tentações deste tempo com força e determinação”.

Pois então, beba dessa fonte!

Refletindo e aprendendo

Por que estamos no mundo e por que Deus nos criou?

Bem, estamos no mundo para conhecer e amar a Deus, para fazer o bem segundo a Sua vontade e um dia ir para o céu. Ele nos criou por livre e desinteressado amor.

Ser pessoa humana significa vir de Deus e ir para Deus. Nós viemos de Deus, do qual emana toda a felicidade do céu e da terra e somos esperados na Sua eterna e ilimitada bem-aventurança. Vivemos em um mundo atribulado, onde nem sempre sentimos a Sua presença. Entretanto, para nos ajudar a encontrar o caminho de casa é que Ele nos enviou Seu único Filho para nos libertar do pecado. Ele nos salvou de todo o mal e nos conduz sem nenhuma dúvida à verdadeira Vida. Ele é “o Caminho, a Verdade e a Vida”.  “Senhor, não sabemos para onde vais. Como podemos conhecer o caminho? Jesus lhe respondeu: Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.” (Jo 14, 5-6)

E por que Ele nos criou? Criou-nos por livre e desinteressado amor. Podemos pensar Deus de um modo humano. Como assim? Quando uma pessoa ama, seu coração está tão cheio que transborda e ela quer partilhar essa alegria com todos. Assim é nosso Deus, ele nos criou a partir do “excesso” de Seu amor. Ele queria partilhar a Sua infinita alegria conosco, criaturas do Seu amor.

Na próxima partilha, vamos refletir sobre por que procuramos Deus e como podemos descobri-Lo com a nossa razão.

Fique atento!:)

Santo Agostinho

Seu nome era Aurélio Agostinho. Nasceu em Tagaste, uma cidade do Norte da África dominada pelos romanos, na região onde hoje fica a Argélia, em 13 de novembro do ano 354. Filho primogênito, seu pai, chamado Patrício, era pagão e pequeno proprietário de terras. Sua mãe, pelo contrário, era cristã fervorosa, tanto que tornou-se santa, Santa Mônica, celebrada no dia 27 de agosto, um dia antes da festa de Santo Agostinho. Mônica sempre buscou educar o filho na fé cristã. Agostinho, porém, por causa do exemplo do pai, não se importava com a fé.

Santa Mônica queria que seu filho se tornasse cristão, mas percebia que a hora de Deus ainda não tinha chegado. Tanto que adiou seu batismo, com receio de que ele profanasse o Sacramento. Aos onze anos, Agostinho foi enviado para estudar em Madauro, perto de Tagaste. Lá, estudou literatura latina e algo que o distanciaria da fé cristã: as práticas e crenças do paganismo local e romano.

Com dezessete anos, foi para Cartago estudar retórica. Lá, embora tenha recebido formação cristã de sua mãe, passou a seguir a doutrina maniqueísta (que enxerga o mundo apenas como bem e mau), negada veementemente pelos cristãos. Além disso, tornou-se hedonista, ou seja, seguidor da filosofia que tem o prazer como fim absoluto da vida. Dois anos depois, passou a viver com uma mulher cartaginense, com a qual teve um filho chamado Adeodato. O relacionamento dos dois durou treze anos. Durante todo esse tempo, Santa Mônica rezava pela conversão do filho.

Agostinho tornou-se um professor de retórica reconhecido. Chegou a abrir uma escola em Roma e conseguiu o posto de professor na corte imperial situada em Milão. Decepcionado com as incoerências do maniqueísmo, aproximou-se do ceticismo. Sua mãe mudou-se para Milão e exerceu certa influência sobre seu comportamento. Nesse tempo, também decepcionado com o ceticismo, Agostinho aproximou-se do bispo Ambrósio (Santo Ambrósio de Milão). A princípio, queria apenas ouvir a retórica excelente do bispo. Antes de se converter, Agostinho separou-se de sua companheira após treze anos de relacionamento e ainda envolveu-se com outras mulheres. Depois, porém, foi se convencendo da verdade sobre Jesus Cristo pelas pregações de Santo Ambrósio. Sua mãe, ao mesmo tempo, não cessava de orar por ele.

Depois das buscas incessantes pela verdade e de vários casos amorosos, Agostinho finalmente rendeu-se à coerência da mensagem de Jesus Cristo. Encontrou em Jesus o que não encontrara em nenhuma outra filosofia, em nenhum outro mestre. Assim, ele e seu filho Adeodato, então com 15 anos, foram batizados em Milão por Santo Ambrósio, durante uma vigília Pascal. A partir de então, passou a escrever contra o maniqueísmo, que ele conhecia tão bem. Mas depois disso, escreveu obras tão importantes que o tornaram Doutor da Igreja.

Agostinho dedicava grande atenção a Adeodato formando-o na fé e nas ciências humanas. De repente, porém, seu filho veio a falecer. Foi um grande choque. Por causa disso, decidiu voltar para Tagaste. No caminho de volta, aconteceu que sua mãe também faleceu. Agostinho menciona em suas “Confissões” a maravilha e o alimento espiritual que eram os diálogos que ele tinha com sua mãe, Santa Mônica, sobre a pessoa de Jesus Cristo e a beleza da fé cristã. Esses diálogos foram decisivos para sua formação. E agora, com a morte da mãe, muita falta ele sentiu dessas conversas restauradoras.

Depois de sepultar sua mãe continuou decidido sua volta para a terra natal. Ele chegou a Tagaste no ano 288. Lá, optou pela vida religiosa. Junto com alguns amigos de fé, deu início a uma comunidade monástica cujas regras foram escritas por ele mesmo. Deste embrião nasceram várias ordens e congregações religiosas masculinas e femininas, todas seguindo as regras e a inspiração “Agostiniana”.

O bispo de Hipona, percebendo a forte inspiração que Deus colocara na alma de Agostinho, convidou-o para ir junto nas missões e pregações. O bispo, já idoso e enfraquecido, vendo confirmada a sabedoria de Agostinho, ordenou-o como sacerdote, o que foi aceito com grande alegria pelos fiéis. E, depois, em 397, logo após a morte do bispo, o povo, em uma só voz, aclamou Santo Agostinho como bispo de Hipona. Ele ocupou o cargo durante 34 anos, derramando toda sua sabedoria nas pregações, nos livros, na caridade para com os pobres, na espiritualidade profunda. Combateu heresias, tornou-se uma dos mais importantes teólogos e filósofos da Igreja, influenciando pensadores até o presente. Foi aclamado Doutor da Igreja e um dos “Padres da Igreja” por causa de seu ministério iluminador. Entre os livros de maior destaque em suas obras, estão “Confissões” e “Cidade de Deus”, livros autobiográficos que se tornaram best-sellers ao longo de vários séculos e até hoje.

Santo Agostinho faleceu feliz pela força da Igreja de Hipona, mas, ao mesmo tempo, triste, por causa da invasão bárbara em Hipona, motivo de grandes perseguições contra os fiéis. Sua morte ocorreu em 28 de agosto do ano 430. Mais tarde, em 725, seus restos mortais foram exumados e trasladados para a cidade de Pávia, na Itália, onde são venerados na igreja de São Pedro do Céu de Ouro. A igreja fica perto do local onde ocorreu sua conversão.

Oração a Santo Agostinho

“Gloriosíssimo Pai Santo Agostinho, que por divina providência fostes chamado das trevas da gentilidade e dos caminhos do erro e da culpa a admirável luz do Evangelho e aos retíssimos caminhos da graça e da justificação para ser ante os homens vaso de predileção divina e brilhar em dias calamitosos para a Igreja, como estrela da manhã entre as trevas da noite: alcançai-nos do Deus de toda consolação e misericórdia o sermos chamados e predestinados, como Vós o fostes, a vida da graça e a graça da eterna vida, onde juntamente convosco cantemos as misericórdias do Senhor e gozemos a sorte dos eleitos pelos séculos dos séculos. Amém.”

Fonte: https://cruzterrasanta.com.br/historia-de-santo-agostinho/116/102/#c

Santa Mônica – Mãe de Santo Agostinho, Padroeira dos pais.

Mônica nasceu no ano de 332, na cidade de Tegaste, na Argélia, que fica no norte da África. Filha de família abastada, foi criada por uma escrava que criava os filhos dos senhores. Os manuscritos que recolheram a tradição oral sobre Santa Mônica dizem que desde criança ela era muito religiosa e disciplinada. Sempre que podia, Mônica ajudava os mais pobres e demonstrava muita paciência e mansidão.

Mônica casou-se com um nobre chamado Patrício. Ele era um decurião, (membro do conselho de Tegaste). Possuía terras, escravos e uma boa posição social. Patrício, porém, era homem rude e violento. Por isso, foi motivo de muito sofrimento e orações de Santa Mônica.

Mônica teve 3 filhos: Agostinho, Navigio e Perpétua, que se tornou religiosa. Agostinho era o mais velho e lhe causou muitas tristezas. A dificuldade com Agostinho chegou a tal ponto que, para ensiná-lo que nossas ações neste mundo têm consequências, Mônica o proibiu de entrar em casa. Mas ela nunca deixou de rezar pela conversão do filho. Rezava também pela conversão do marido e de Navigio, sempre com muita perseverança e paciência, nunca desistiu de sua fé cristã.

Santa Mônica rezou anos a fio pela conversão de seu marido e seus 2 filhos. Sua perseverança foi compensada com a felicidade de ver todos convertidos para Deus. Sua perseverança foi tão marcante que ela rezou durante trinta anos pela conversão de Agostinho sem desanimar. E suas orações foram ouvidas: seu filho mais velho tornou-se o famoso “Santo Agostinho”, o santo que influenciou todo o Ocidente cristão e influencia até hoje. Quando escreveu sobre sua mãe, entre outras coisas, ele disse: “ela foi o meu alicerce espiritual, que me conduziu em direção da fé verdadeira. Minha mãe foi a intermediária entre mim e Deus.”

Santa Mônica deixou para todas as mães o ensinamento de que além de educar os filhos para viverem em sociedade, é preciso também educa-los para Deus, desenvolvendo neles a vida espiritual. Santa Mônica ensina que mães e pais devem se preocupar com a salvação e santificação de seus filhos.

Santa Mônica faleceu no ano 387, aos 56 anos. Santo Agostinho no seu famoso livro autobiográfico intitulado “Confissões” fez um monumento indelével à memória de Santa Mônica. O corpo de Santa Mônica foi descoberto em 1430. O Papa Martinho V transportou-o para Roma e depositou-o na igreja de Santo Agostinho.

Santa Mônica foi canonizada pelo Papa Alexandre lll, por ter sido a responsável pela conversão de Santo Agostinho, ensinado a fé cristã, a moral e a mansidão. Foi declarada Padroeira das Associações das Mães Cristãs. Sua festa é comemorada no dia 27 de agosto.

Oração

Nobilíssima Santa Mônica, rogai por todas as mães, principalmente por aquelas mães que se esquecem que ser mãe é sacrificar-se.

Rogai, virtuosa Santa Mônica, para que abram-se as almas de todas as mães, para que elas enxerguem a beleza da vocação materna, a beleza do sacrifício materno.

Rogai, Santa Mônica, para que todas as mães saibam abraçar com Fé o sofrimento e a dor, assumam seus filhos com coragem, como instrumento de santificação para as famílias, e para sua própria santificação. Amém. 

Fonte https://cruzterrasanta.com.br/historia-de-santa-monica/101/102/#c

Educar com Deus: educação, saúde e espiritualidade andando de mãos dadas

Desde que Deus desejou criar o homem e a mulher à Sua imagem e semelhança (Gen 1,26), Ele os quis em família. A  família é o eixo da humanidade, a sua célula mater é a sua pedra angular. A família é a comunidade na qual, desde a infância, os filhos podem assimilar os valores morais, em que pode começar a honrar a Deus e usar corretamente da liberdade. A vida em família é iniciação para a vida em sociedade (cf. CIC 2207). Educar com Deus, essa é a proposta que Yolanda Abreu, nossa colaboradora apresenta em seus artigos, mostrando que, com certeza, a melhor forma de amar e viver em família é como Deus nos ensinou.

Como católica, esposa, mãe de dois filhos e psicóloga escolar, venho me dedicando a viver em família, a estudar e trabalhar com crianças e famílias há mais de dez anos. Percebo o quanto as famílias necessitam de escuta, de orientação e de um diálogo franco e sensível sobre as relações pais e filhos. Temas como educação emocional, promoção de saúde mental e o desenvolvimento espiritual das crianças muitas vezes geram inúmeras dúvidas e, na correria do dia-a-dia, os pais se encontram sem saber o que fazer ou mesmo sem compreender os problemas que tem enfrentado em casa com seus filhos.

O projeto Educar com Deus surgiu em 2018 com o objetivo de construir um espaço onde esse diálogo possa acontecer, de forma simples e acessível, auxiliando pais e educadores a refletir e desenvolver melhor sua missão. A partir da união entre minha vivência como mãe católica e psicóloga escolar, o projeto tem como foco estimular a saúde, a educação e a espiritualidade de maneira entrelaçada e indissociável. Isso se concretiza a partir dos valores do Evangelho, sempre tendo por embasamento a Palavra de Deus e a doutrina da Igreja Católica. Aliados a isso, por complemento, são utilizados subsídios da psicologia, da pedagogia e da saúde mental, entre outras áreas de conhecimento.

Esses escritos foram se multiplicando e em 2019 o projeto ganhou um espaço virtual independente, o Blog Educar com Deus (www.educarcomdeus.com), com o intuito de alcançar um público maior, assim como compartilhar outras ideias e reflexões que não haviam sido publicadas.

Juntamente com o blog, o projeto ganhou também um espaço nas redes sociais, com uma página no Facebook. Com essa nova ferramenta, o Educar com Deus tem se expandido para abraçar outras formas de levar informação, incluindo links de matérias e vídeos de outras fontes. Tem também aberto como possibilidade outras propostas de evangelização, com imagens e mensagens bíblicas e de datas comemorativas do calendário católico.

Os conteúdos têm crescido em número e em variedade com o desenvolvimento do projeto, e os feedbacks dos que acompanham têm sido muito positivos. Contudo, ainda existe uma grande necessidade de alcançar novos horizontes. Há grande escassez de espaços como esse, que se proponham a unir educação e psicologia, sem perder sua identidade católica. Espaços que falem diretamente ao público das famílias católicas, auxiliando a esclarecer dúvidas, apontar erros com caridade e a mostrar novas alternativas possíveis, realizando um verdadeiro anúncio da Boa Nova de Cristo àqueles que cuidam das crianças nos tempos atuais.

Yolanda Abreu
Psicóloga clínica e educacional
Especialista em Psicologia Escolar
Atua como psicóloga escolar da Secretaria de Educação da Prefeitura de Itaguaí

Shekinah 10 anos – 1º Seminário Mulheres Virtuosas – 31/08, 28/09, 26/10, 30/11 e 14/12 – 8h30 às 13h

Shekinah 10 anos – 1º Seminário Mulheres Virtuosas – 31/08, 28/09, 26/10, 30/11 e 14/12 – 8h30 às 13h

Olá mulheres virtuosas! 
 
Chegou o grande dia!!!!!!! Louvado seja Deus!!!!!!
 
Estão oficialmente abertas as inscrições para o Primeiro Seminário Mulheres Virtuosas em comemoração aos 10 anos de Shekinah! 
 
Participem conosco!! Estão todas convidadas!! 
 
O Senhor quer fazer novas todas as coisas em nosso meio, mas, principalmente, na vida de cada uma de nós!
 
Vamos juntas, filhas amadas do Pai!!!! 
 
A inscrição deverá ser feita da seguinte forma:  
 
Envie um email para: shekinahsentinelas@gmail.com, informando seu nome, telefone e endereço. 
 
Esse ano cobraremos uma taxa única no valor de R$ 10,00 para participação no seminário, que deverá ser paga através de transferência bancária para a seguinte conta:
 
Banco Inter 
Número do banco – 077
Conta 3043186-7
Agência 0001
Juliana Cordeiro Gomes Coate
 
No seu e-mail de inscrição, portanto, você deverá também nos enviar o comprovante da transferência realizada. Simples assim !!!
 
Haverá também inscrições após as missas em nossa paróquia, aos sábados e domingos! Ninguém pode ficar de fora!!! 
 
A camisa será vendida separadamente. E, por sinal, será linda !!!! 
 
Estaremos esperando seu e-mail ! ❤🙏🏼🌷